sábado, 29 de março de 2008

Vovô Mundo.

Não sou fraco! Não sou porque o mundo de hoje, o mundo que Macabéa bebeu coca-cola para pisar, não me deixa ser. Vivemos uma espécie de seleção natural num update 2008!
Mas apesar de todas intempéries, o mundo vive. Vive como qualquer outro ser que pratica a vida. O mundo respira através das plantas, bebe água das chuvas, adoece com as guerras.. E como em qualquer ciclo da vida, ele um dia, irá morrer. Dia esse não muito distante, pois seu vasto conhecimento prenuncia seu fim. Assim como os homens velhos, homens de 80 ou 90 primaveras, eles têm uma enorme carga de conhecimento acerca da vida, talvez um conhecimento menos lógico e mais empírico, mas tem. É esse conhecimento que avisa que não falta muito para o fim de suas vidas. Esperam a morte sem receber o respeito e atenção que merecem - muitas vezes.
O mundo está calmo consigo, acostumado com o individualismo que o veste, o fato de não ser levado a sério já não o assusta. Mais do que nunca, hoje, o mundo dá um valor maior a seus dias, horas, minutos (segue a gradação)... Um valor semelhante ao que o paraquediata atribui à seu paraquedas. Pois o vovô mundo sabe que são proximamente finitos, pra ele, os carnavais, os natais, as páscoas, os aniversários, as finais no maracanã... Mas o que mais assusta são as festas juninas. Estas trazem junto aos típicos doces de amendoim e milho, danças, bebidas requentadas e fogueiras nas ruas, bombas cada vez maiores. Algum dia o mundo pode sair muito machucado dessa brincadeira (na melhor das hipóteses). Mas Estamos torcendo para que antes que isso aconteça o mundo seja clonado. Por favor, me façam mais alto!

Um comentário:

Nathalia Carbonieri disse...

Então que eu seja um poodle branco!